quinta-feira, 17 de agosto de 2017

Gastrochilus retrocallus

Esta espécie miniatura é mais conhecida nos meios orquidófilos pelo seu sinónimo: Haraella retrocalla.  Questões taxonómicas à parte, é realmente uma planta surpreendente, não só pelo seu pequeníssimo porte, como também pelo tamanho e beleza das suas flores. É uma espécie a não perder, sobretudo para os apreciadores de miniaturas. Manifesta desenvolvimento monopodial, com folhas carnudas, oblongas lanceoladas: As suas florações são relativamente curtas, geralmente com 2 a 3 flores por haste, nunca abrindo todas em simultâneo.

Família: Orchidaceae          Género: Gastrochilus         Espécie: retrocallus

Habitat natural: É uma espécie endémica de Taiwan, onde se desenvolve em florestas antigas, em altitudes que podem oscilar entre os 1000 e os 2200 metros, quase sempre em locais parcialmente sombreados.




Cultivo: É uma espécie que deve ser preferencialmente cultivada montada numa pequena placa de cortiça, em local sombreado, mas com boa luminosidade. O ambiente pode ser temperado a temperado frio, com boa ventilação e alto teor de humidade.
As regas devem ser frequentes e abundantes nas estações mais quentes e secas do ano, reduzindo consideravelmente no Inverno.
Aplico o fertilizante Akerne Rain Mix, duas vezes por semana, em doses de baixa concentração. No Inverno suspendo nas fertilizações.


Referências bibliográficas: Internet Orchid Species Photo Encyclopedia

http://apps.kew.org/wcsp/qsearch.do;jsessionid=FA0B6B0282DF03BABDB920878FA4158

domingo, 13 de agosto de 2017

Calanthe puberula

Após vários dias de ausência, o recomeço com esta magnífica planta da Calanthe puberula, uma espécie pouco comum nas coleções da maioria dos orquidófilos, que se tem manifestado generosa nas suas florações. Em publicações anteriores, neste Blog, esta espécie tinha sido designada como Calanthe reflexa, mas, segundo a World Ceck List of selected Plant Families (KEW), o nome aceite é Calante puberula, sendo o anterior um sinónimo deste.

Família: Orchidaceae           Género: Calanthe          Espécie: puberula


Habitat natural: Espécie que se desenvolve de forma terrestre, por vezes litófila, nas florestas de altitudes entre os 1600 e os 3000 metros, em prados húmidos, em zonas rochosas ou na "manta morta" das florestas de carvalhos, em algumas regiões da Índia (Himalaias e Assam) e ainda no Bangladesh, Butão, Nepal, China, Vietname, Tailândia, Japão e Coreia.




Cultivo: Está cultivada em estufa fria, num vaso médio, com um substrato à base de terra vegetal (colhida debaixo de carvalhos), bastante perlite, argila expandida e alguma casca de pinheiro. Manter elevado o grau de humidade, regando e fertilizando constantemente, nas estações mais quentes e secas do ano. As fertilizações deverão ser sempre com doses de baixa concentração (metade da dose indicada pelo fornecedor).
No Inverno reduzir drasticamente as regas e deixar de fertilizar. Nesta altura, deixar o substrato secar entre regas e mante-lo apenas ligeiramente húmido.

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http://apps.kew.org/wcsp/namedetail.do?name_id=30362

Referências bibliográficas: Internet Orchid Species Photo Encyclopedia

quinta-feira, 27 de julho de 2017

Paphiopedilum ciliolare

O Paphiopedilum ciliolare é uma planta pequena, de folhas oblongas ou elípticas,  marmoreadas de verde escuro e verde pálido, com hastes florais bem longas e flores singulares, grandes e vistosas, com detalhes bem curiosos. Normalmente floresce em pleno Verão, um pouco em contraciclo com muitas outras espécies deste género.

Família: Orchidaceae         Género: Paphiopedilum         Espécie: ciliolare

Habitat natural: É uma espécie oriunda das Filipinas, onde se desenvolve como planta terrestre, em florestas cujas altitudes podem oscilar entre os 300 e os 1800 metros, normalmente em locais sombreados.



Cultivo: É cultivada o ano todo na estufa temperada quente, em local bem sombreado, bem ventilado e com elevado grau de humidade.
Utilizo um vaso pequeno, com cerca de 10 cm de diâmetro, com substrato à base de casca de pinheiro grossa e média (ORCHIATA) e com 20% de argila expandida.
Rego de forma a manter o substrato apenas ligeiramente húmido o ano todo, adequando a frequência das regas às condições meteorológicas das várias estações. Fertilizo 1 a 2 vezes por semana, com doses de baixa concentração. No Inverno suspendo as fertilizações.

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http://apps.kew.org/wcsp/namedetail.do?name_id=147047

Referências bibliográficas: Internet Orchid Species Photo Encyclopedia

quarta-feira, 19 de julho de 2017

Campylocentrum aromaticum

Espécie de médio porte, de crescimento monopodial, com folhas rígidas, dispostas alternadamente ao longo do caule, apresentando hastes florais densas e compostas por várias flores miniatura, das mais pequenas de todas as orquidáceas, não ultrapassando os 2 a 3 mm cada uma.

Família: Orchidaceae        Género: Campylocentrum        Espécie: aromaticum

Habitat natural: Espécie epífita, proveniente de habitats de baixa altitude, do Sul do Brasil e do Norte da Argentina.




Cultivo: Sendo uma planta proveniente de climas quentes não suporta o nosso frio de Inverno, pelo que lhe deve ser proporcionado um ambiente de cultivo temperado a quente, todo o ano.
É cultivada em espaço mediamente sombreado, com elevado grau de humidade e bem ventilado.
Utilizo um vaso pequeno, com cerca de 8 cm de diâmetro, com um substrato composto por casca de pinheiro grossa e argila expandida. Contudo, a maioria das suas raízes pareciam crescer livremente, sem qualquer substrato.
Rego com frequências nas estações mais quentes e secas, de forma a manter um alto teor de humidade nas raízes. Fertilizo duas a três vezes por semana com Akerne Rain Mix, sempre com doses pouco concentradas. No Inverno suspendo as fertilizações e reduzo drasticamente o número de regas.

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Referências bibliográficas: Internet Orchid Species Photo Encyclopedia

terça-feira, 4 de julho de 2017

Promenaea xanthina

A Promenaea xanthina é uma planta de  porte reduzido, com pequenos pseudobulbos ovalados (com cerca de 2,5 cm) e folhas ovaladas lanceoladas, de cor verde acinzentada. Na Primavera e ou Verão, apresenta belíssimas inflorescências, quase sempre compostas por 1 a 2 flores, amarelo intenso,  levemente maculadas de vermelho e ligeiramente perfumadas.

Família: Orchidaceae       Género: Promenaea        Espécie: xanthina

Habitat natural: Espécie epífita, proveniente do Sul do Brasil. Desenvolve-se em zonas montanhosas, acima dos 1700 metros de altitude, em zonas abrigadas das florestas.




Cultivo: Esta minha planta é cultivada todo o ano na estufa fria, onde as temperaturas descem, por vezes, até muito perto do zero graus. O ambiente é sombreado, vem ventilado e com elevado grau de humidade.
Utilizo um pequeno vaso com cerca de 8 cm de diâmetro e um substrato composto por casca de pinheiro média, argila expandida e perlite. Este deve garantir uma excelente capacidade de drenagem.
Rego frequentemente na época de desenvolvimento da planta, de forma a manter o substrato sempre húmido. No Inverno reduzo drasticamente as regas, proporcionando mesmo um período de repouso de cerca de um mês.
Fertilizo com o Akerne Rain Mix, duas vezes por semana, sempre com doses pouco concentradas, aplicando apenas metade da dose indicada para cada litro de água. Durante todo o Inverno suspendo as fertilizações.

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Referências bibliográficas: Internet Orchid Species Photo Encyclopedia

domingo, 2 de julho de 2017

Cattleya x frankeana

A Cattleya x frankeana é um magnífico híbrido natural entre a Cattleya schilleriana e a Cattleya velutina. Além da sua beleza, o maravilhoso e intenso perfume acrescenta-lhe uma mais valia que justifica plenamente o seu cultivo.
É uma planta de médio porte, proveniente do estado do Espírito Santo, no Brasil, onde também se desenvolvem as suas progenitoras.
É uma espécie relativamente fácil de acomodar e de cultivar, com exigências muito semelhantes à grande maioria das espécies deste género.





sexta-feira, 30 de junho de 2017

Vanda roeblingiana

A Vanda roeblingiana é uma espécie de médio porte, fácil de acomodar e de cultivar. É uma planta de crescimento monopodial, com folhas dispostas alternadamente ao longo do caule, recurvadas e lineares oblongas, algo coriáceas. As inflorescências são longas, podendo conter entre 6 a 15 flores de longa duração, algo perfumadas e que se destacam pelas suas formas pouco comuns e exóticas.

Família: Orchidaceae         Género: Vanda         Espécie: roeblingiana

Habitat natural: É uma espécie epífita, que se desenvolve sobre as árvores de médio porte, nas florestas montanhosas e sombrias, em locais acima dos 1500 metros de altitude, na península da Malásia e nas Filipinas.






Cultivo: sendo uma espécie de habitats de altitude, tolera algum frio do nosso Inverno, sem estar exposta a geadas ou temperaturas demasiado baixas.
Esta minha planta é cultivada na estufa temperada, onde as temperaturas, por vezes, descem até aos 10 graus. O ambiente de cultivo é bem sombreado, bem ventilado e com elevado grau de humidade. Está num pequeno cesto de madeira, suspenso, com um substrato à base de casca de pinheiro grossa e argila expandida.
As regas são efetuadas com muita frequência na Primavera, no Verão e parte do Outono, de forma a manter humidade nas raízes, sendo estas bastante mais espaçadas durante o resto do ano.
Fertilizo com o Akerne Rain Mix, com doses de baixa concentração (metade da dose para cada litro de água), duas a três vezes por semana. É sempre preferível aumentar ao número de aplicações e reduzir bastante a concentração do adubo. Durante o Inverno deixo de fertilizar.

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Referências bibliográficas: Internet Orchid Species Photo Encyclopedia

quarta-feira, 28 de junho de 2017

Cattleya purpurata var. 'coerulea'

Cattleya purpurata estava, até há bem pouco tempo atrás, integrada no género Laelia. Apesar de controverso para alguns orquidófilos, na sequência de uma recente revisão taxonómica, esta e muitas outras passaram a fazer parte do género Cattleya, que, desta forma, passou a estar mais enriquecido e mais alargado. Polémicas à parte, é uma planta magnífica, com florações excecionais e perfumadas. É uma espécie que apresenta uma grande variabilidade nas cores e padrões, como é o caso desta variedade coerulea, o que torna ainda mais apetecível o seu cultivo.

Família: Orchidaceae      Género:Cattleya     Espécie: purpurata    var. coerulea

Habitat de origem: Espécie epífita, de médio a grande porte, encontrada nas encostas das florestas de algumas regiões do Brasil.




Cultivo: Pode ser cultivada em ambientes temperados, podendo mesmo, em algumas regiões mais amenas do nosso país, estar no exterior o ano todo.
Esta minha planta é cultivada na estufa fria todo o ano, onde as temperaturas em pleno Inverno descem, por vezes, até perto dos zero graus.
Gosta de muita luz, podendo mesmo suportar sol direto. Devemos contudo evitar a exposição nas horas de maior incidência solar. Utilizo vaso médio (10 a 15 cm de diâmetro), com substrato para epífitas de grossa granulometria, à base de casca de pinheiro e argila expandida.
Mantenho-a num ambiente bem ventilado e com elevado teor de humidade, aplicando regas   regulares nas estações mais quentes e secas, reduzindo bastante no Inverno.
Fertilizo duas a  três vezes por semana, com o Akerne Rain Mix, aplicando apenas metade da dose indicada pelo fornecedor para cada litro de água. No Inverno suspendo as fertilizações.

sábado, 24 de junho de 2017

Vanda falcata var. 'Dohui'

Esta é uma bonita variedade da Vanda falcata, espécie que, anteriormente, era denominada Neofinetia falcata. Carateriza-se essencialmente pela suas hastes florais ligeiramente mais altas e pelo tom levemente rosado na extremidade das sépalas e no esporão. Contudo, tal como a espécie tipo, mantem um forte e agradável perfume, sobretudo ao cair do dia e durante a noite.

Família: Orchidaceae         Género: Vanda         Espécie: falcata        var. 'Dohui'

Habitat natural: Espécie epífita de crescimento monopodial, tratando de uma planta miniatura, originária de regiões frias do Japão, da Coreia e das ilhas Ryukyu, desenvolvendo-se localmente em habitas sombreados.





Cultivo: Deve, preferencialmente, ser cultivada em pequeno cesto, em substrato para epífitas de média e grossa granulometria, um pouco à semelhança de algumas outras espécies de Vanda. Ambiente temperado, podendo descer até aos 10 graus ou um pouco mais abaixo, durante o Inverno. Aprecia um elevado teor de humidade, local bem ventilado e com boa luminosidade, mas sombreado, sobretudo no Verão.
Programa de regas e fertilizações muito semelhante a todas as vandáceas, sem nunca deixar desidratar a planta.

segunda-feira, 19 de junho de 2017

Paphiopedilum acmodontum

O Paphiopedilum acmodontum é uma espécie de pequeno a médio porte, cujas folhas têm a forma elíptica-oblonga e são marmoreadas, compostas pelos seus belos tons de verde amarelado, misturado com verde mais intenso, o que, por si só, já é uma mais valia para esta espécie. A sua haste floral é composta por uma única flor, bem elevada acima da planta, que se destaca pelo seu belo e singular colorido.

Família: Orchidaceae         Género: Paphiopedilum        Espécie: acmodontum

Habitat natural: Espécie terrestre, endémica das Filipinas,  desenvolvendo-se em florestas quentes e húmidas, até aos 1000 metros de altitude, em locais geralmente sombreados.




Cultivo: É uma das espécies do género Paphiopedilum mais exigentes no que toca a temperaturas. Sendo proveniente de climas quentes e húmidos, não suporta temperaturas baixas, pelo que o seu cultivo deverá ser feito em ambientes cujas temperaturas mínimas não desçam abaixo dos 14 graus, podendo, por períodos não muito prolongados de tempo, suportar temperaturas ligeiramente inferiores (12 graus).
Esta planta é cultivada na minha estufa aquecida, em ambiente bem sombreado, bem arejado e com elevado grau de humidade.
Utilizo um vaso médio (cerca de 10 cm de diâmetro) e um substrato composto por uma mistura de casca de pinheiro média, argila expandida e perlite. Sempre que este denote sinais de degradação (encharcamentos permanentes...) deverá ser substituído por um novo.
Regas necessárias para manter o substrato sempre ligeiramente húmido, adequando número de regas às diferentes condições climatéricas ao longo do ano.
Utilizo o fertilizante Akerne Rain Mix, com duas aplicações por semana, sempre em doses de baixa concentração. Durante o Inverno deixo de fertilizar.

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Referências bibliográficas: Internet Orchid Species Photo Encyclopedia

sexta-feira, 16 de junho de 2017

Bulbophyllum sikkimense

O Bulbophylum sikkimense é uma espécie miniatura com pequeníssimos pseudobulbos ovalados, ligeiramente achatados,  com folhas curtas e carnudas (cerca de 5 cm), ovaladas lanceoladas. As inflorescências são compostas por diversas flores, belamente dispostas em forma de umbela.

Família: Orchidaceae        Género: Bulbophyllum        Espécie: sikkimense

Habitat natural: Desenvolve-se, no seu estado natural, como uma planta epífita, nas encostas de florestas de baixa altitude, entre os 300 e os 500 metros, no Estado de Sikkim, no Nordeste da Índia.





Cultivo: Sendo uma espécie de zonas de baixa altitude, deve ser cultivada em estufa aquecida durante o Inverno, mantendo as temperaturas mínimas sempre acima dos 12 graus. O ambiente deve ter, constantemente, um elevado grau de humidade, ser bem sombreado e com bom arejamento.
Utilizo um vaso pequeno (cerca de 8 cm de diâmetro) e uma mistura maioritariamente composta por casca de pinheiro fina e média, alguma argila expandida e alguma perlite.
Rego de forma a manter o substrato húmido durante todo o ano, sem encharcar, regulando a periodicidade das regas conforme condições de cada estação.
Fertilizo com o Akerne Rain Mix, duas a três vezes por semana, em doses pouco concentradas (metade da dose prescrita), deixando de fertilizar durante todo o Inverno.

Referências bibliográficas: Internet Orchid Species Photo Encyclopedia

quarta-feira, 14 de junho de 2017

Maxillaria meleagris

A Maxillaria meleagris é uma espécie de pequeno a médio porte, cujas flores apresentam cores invulgares, destacando-se o seu belo labelo, com um agradável aroma a coco, algo intenso. Os pequenos pseudobulbos têm forma elipsoide/ovoide, ligeiramente achatados, portadores de uma única folha apical, linear-lanceolada e meio coriácea.  As inflorescências singulares surgem da base  dos novos pseudobulbos, geralmente em grupos, que abrem quase simultaneamente.

Família: Orchidaceae         Género: Maxillaria        Espécie: meleagris

Habitat natural: É uma planta epífita, que se desenvolve em habitas de média e elevada altitude, entre os 1500 e os 2500 metros, em florestas tropicais, com elevado grau de humidade, do México e da Guatemala.




Cultivo: É cultivada todo o ano na estufa temperada-quente, em ambiente sombreado, bem arejado e com elevado grau de humidade.
Utilizo um vaso pequeno (cerca de 10 cm de diâmetros) e um substrato composto essencialmente por casca de pinheiro média, alguma argila expandida e alguma perlite.
Rego de forma a manter o substrato sempre húmido, nunca deixando encharcar. Quando este apresentar sinais de degradação deve ser mudado.
Fertilizo duas vezes por semana, sempre com doses de baixa concentração, utilizando o Akerne Rain Mix. No Inverno deixo de aplicar fertilizações e reduzo drasticamente as regas.
Referências bibliográficas: Internet Orchid Species Photo Encyclopedia

segunda-feira, 12 de junho de 2017

Cattleya briegeri

Esta tem sido uma época fantástica para as Cattleya rupícolas, tendo esta espécie florido pela primeira vez. A Cattleya briegeri é uma planta de pequeno porte, com pseudobulbos cilíndricos e suportando cada um apenas uma folha ovalada-lanceolada e coriácea. As hastes florais sobressaem-se muito acima do resto da planta e podem possuir um número variável de flores amarelo vivo e com uma mácula vermelha no hipoquilo.

Família: Orchidaceae          Género: Cattleya          Espécie: briegeri




Habitat natural: Habita sobre as rochas, em  pequenas fissuras e ou fendas, em espaços abertos, apanhando sol durante uma boa parte do dia. É nativa de zonas montanhosas, à volta dos 1400 metros de altitude, do Brasil.

Cultivo: Tal como todas as outras rupícolas, esta também está cultivada num pequeno vaso (cerca de 8 a 10 cm de diâmetro), num substrato composto maioritariamente por uma mistura à base de pequenos bocados de rocha granítica e de rocha com alto teor de ferro, alguma argila expandida e alguma casca de pinheiro grossa.
O ambiente é  temperado, com elevado grau de humidade, bem ventilado e com excelente luminosidade, apanhando algum sol direto a partir do meio da tarde.
Rego com alguma frequência durantes as estações mais quentes e secas, deixando contudo secar entre regas. Respeito um acentuado período de descanso durante o Inverno, deixando de regar quase totalmente, nessa estação do ano.
Aplico o fertilizante Akerne Rain Mix em quase todas as regas, sempre com doses de baixa concentração (adiciono apenas metade ou menos de metade da dose indicada pelo fornecedor) e deixo de fertilizar durante o Inverno.

https://www.facebook.com/americo.pereira.39904

Referências bibliográficas: Internet Orchid Species Photo Encyclopedia