segunda-feira, 16 de outubro de 2017

Dendrobium taylorii

O Dendrobium taylorii, nome aceite pela World Check List of Selected Plant Families (WCSP), é mais conhecido nos meios orquidófilos pelo nome de Cadetia taylorii. É uma planta miniatura, com belas flores solitárias, de cerca de 1 cm de envergadura, surgindo no final do Verão e no Outono.

Família: Orchidaceae       Género: Dendrobium       Espécie: taylorii

Habitat natural: Planta epífita nativa da Austrália Oriental e da Nova Guiné, onde se desenvolve em florestas tropicais e zonas de mangue, desde o nível do mar até aos 1400 metros de altitude.




Cultivo: É cultivada num pequeno vaso de 8 cm de diâmetro, numa mistura para epífitas, composta por casca de pinheiro média, argila expandida e perlite. Opcionalmente, também pode ser cultivada montada numa pequena placa de cortiça ou de madeira.
O ambiente de cultivo é temperado quente, o ano todo, com sombra moderada, bem ventilado e com elevado teor de humidade do ar (50 a 70%).
Rego de forma a manter o substrato apenas ligeiramente húmido, deixando secar  entre regas. No Inverno reduzo drasticamente as regas, deixando um prolongado período de repouso.
Fertilizo com Akerne Rain Mix, uma duas vezes por semana, sempre com doses pouco concentradas. Na segunda metade do Outono e no Inverno suspendo as fertilizações.


Referências bibliográficas: Internet Orchid Species Photo Encyclopedia

http://wcsp.science.kew.org/namedetail.do?name_id=59245

quinta-feira, 12 de outubro de 2017

Cattleya schilleriana v. coerulea

A Cattleya schilleriana v. coerulea é uma belíssima e rara variedade da Cattleya schilleriana, também muito e agradavelmente perfumada, tal e qual  espécie tipo. É uma planta de pequeno porte (das mais pequenas neste género), do grupo das bifoliadas, com flores bem vistosas e com formas muito exóticas, cerosas e de longa duração.

Família: Orchidaceae     Género: Cattleya     Espécie: schilleriana    v. coerulea

Habitat natural: Espécie epífita, geralmente crescendo sobre as galhos/troncos de madeira dura, em faces de penhascos, expostos sobre cursos de água, em altitudes que oscilam entre o nível do mar e os 800 metros.




Cultivo: Cultivo todas as plantas desta espécie de dois modos distintos. Tenho algumas montadas sobre placas de cortiça/madeira e outras em pequenos cestos suspensos. Desenvolvem-se bem e florescem com regularidade de ambas formas. Quando cultivada em cestos, utilizo uma mistura de casca de pinheiro grossa (ORCHIATA) e argila expandida.
O ambiente de cultivo é temperado/quente, bem ventilado, com elevado teor de humidade do ar (entre 50 a 70%), com excelente luminosidade, mas nunca recebendo sol direto.
Rego regularmente nas estações mais quentes e secas do ano, reduzindo drasticamente durante o Inverno. É sempre conveniente que as raízes sequem bem entre regas, por períodos não muito longos.
Fertilizo com Akerne Rain Mix, uma a duas vezes por semana, com doses de baixa concentração (cerca de metade da dose indicada pelo fornecedor, para cada litro de água). Opcionalmente podem ser utilizados outros fertilizantes, sendo necessário, nestes casos, ler muito atentamente as indicações do produtor.

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Referências bibliográficas: Internet Orchid Species Photo Encyclopedia

segunda-feira, 9 de outubro de 2017

Phragmipedium richteri

O Phragmipedium richteri é tido como um híbrido natural entre o Phragmipedium pearcei e o Phragmipedium boissierianum, sendo aceite como uma espécie pela World Checklist of Selected Plant Families (WCSP)-KEW. É uma espécie belíssima, sendo uma planta de médio porte, relativamente fácil de cultivar em ambientes temperados.

Famíla: Orchidaceae        Género: Phragmipedium       Espécie: richteri

Habitat natural: É uma planta terrestre, de habitats com muita humidade, de média altitude, de algumas florestas do Peru.




Cultivo: Tal como em quase todas as espécies deste género, o substrato deve ter a capacidade de reter bastante humidade, sem contudo encharcar. Utilizo uma mistura de casca de pinheiro fina e média, entre um a dois centímetros de granulometria (65%), argila expandida (20%) e perlite (15%). As percentagens são meramente informativas e podem ser ajustadas de acordo com o critério de cada um. 
Rego de forma a manter o substrato sempre bem húmido, o ano todo, ajustando as regas às necessidades de cada estação.
Fertilizo com o Akerne Rain Mix duas a três vezes por semana, sempre com doses de baixa concentração (metade da dose indicada por cada litro de água). Podem, contudo, ser utilizados outros fertilizantes, desde que bem balanceados e sempre em doses reduzidas. No Inverno suspendo as fertilizações.

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Referências bibliográficas: Internet Orchid Species Photo Encyclopedia

http://wcsp.science.kew.org/qsearch.do

sexta-feira, 6 de outubro de 2017

Dendrobium linearifolium

O Dendrobium linearifolium é uma das espécies mais surpreendentes deste magnífico e extenso género asiático. As suas flores são muito pequenas, delicadíssimas, de finos recortes e padrões, que, apesar de tudo, têm uma durabilidade considerável, se comparadas com outras espécies congéneres. É uma planta de médio a grande porte, com um caule basilarmente inchado (pseudobulbos) e que posteriormente se estende por  30 a 40 cm, fino e portador de muitas folhas lineares, obtusas e levemente bilobadas.

Família: Orchidaceae       Género: Dendrobium        Espécie: linearifolium

Habitat natural: Desenvolve-se como planta epífita, em locais bem expostos ao sol, sobre as árvores que crescem ao longo dos caminhos e em atitudes que podem oscilar entre os 700 e os 1800 metros, num vasto território da Indonésia,  mais concretamente nas ilhas de Java, Sumatra e Bali.





Cultivo: É cultivada num pequeno cesto suspenso, em substrato para epífitas (casca de cortiça e casca de pinheiro grossa e argila expandida), que garante uma rápida drenagem da água.
O local recebe excelente luminosidade, mas sem sol direto, é bem ventilado e com elevado teor de humidade do ar.
Regas frequentes durantes os meses mais quentes e secos do ano, reduzindo estas drasticamente durante o Inverno, altura em as regas devem ser apenas as necessárias para evitar a desidratação  da planta.
Fertilizo com Akerne Rain Mix duas vezes por semana, suspendendo as aplicações durante todo o Inverno.


Referências bibliográficas: Internet Orchid Species Photo Encyclopedia

http://wcsp.science.kew.org/qsearch.do

segunda-feira, 25 de setembro de 2017

Gomesa radicans

A Gomesa radicans é uma espécie de pequeno porte, com belíssimas flores miniatura (cerca de 1 centímetro), com pseudobulbos oblongos, tendo no ápice destes duas folhas estreitas e lanceoladas, semelhantes a ervas. As suas inflorescências podem conter diversas pequenas flores, elegantes e finamente recortadas e claramente perfumadas. Floresce, normalmente, no final do Verão e no Outono.

Família: Orchidaceae         Género: Gomesa        Espécie: radicans

Habitat natural: É uma espécie epífita, proveniente de vários estados do Brasil, situados junto à costa. Desenvolve-se em florestas cujas altitudes não ultrapassam os 400 metros.




Cultivo: Está cultivada num pequeno vaso, com 10 centímetros de diâmetro, em substrato para epífitas, composto maioritariamente por casca de pinheiro média e grossa ( cerca de 70%), argila expandida (cerca de 20%) e perlite (cerca de 10%). Opcionalmente, também poderá ser cultivada montada em placa de cortiça ou num pequeno tronco de madeira.
O ambiente de cultivo é mediamente sombreado, bem ventilado, com elevado teor de humidade, sendo aquecido durante o Inverno. Nesta estação do ano, mantenho as temperaturas sempre acima dos 12 graus, mesmo nas noite mais frias.
Rego de forma a manter o substrato levemente  húmido, podendo secar ligeiramente entre regas. Não suporta substratos encharcados, nem raízes molhadas por muito tempo.
Fertilizo com o Akerne Rain Mix, uma a duas vezes por semana, sempre com doses pouco concentradas (metade da dose indicada pelo fornecedor).´Este princípio é válido para qualquer outro fertilizante que estejamos a utilizar.


Referências bibliográficas: Internet Orchid Species Photo Encyclopedia

http://wcsp.science.kew.org/qsearch.do

quarta-feira, 20 de setembro de 2017

Cattleya alaorii

A Cattleya alaorii, uma espécie miniatura, conhecida como uma planta que produz apenas inflorescências singulares, decidiu este ano brindar-me com duas flores na mesma haste, o que constitui realmente uma exceção de assinalar. As suas flores, para além de belíssimas e muito delicadas, são também agradavelmente perfumadas.

Família: Orchidaceae        Género: Cattleya        Espécie: alaorii

Habitat natural: Esta espécie é nativa do Brasil, onde se desenvolve de forma epífita, em florestas quentes e húmidas, de baixa e média altitude, entre os 200 e os 600 metros.




Cultivo: Esta planta está cultivada num pequeno cesto de madeira suspenso (10 cm de diâmetro) em substrato para epífitas de boa granulometria (2 a 3cm), composto à base de casca de pinheiro, cortiça e argila expandida.
Está num ambiente com boa luminosidade, sem sol direto, elevado grau de humidade, boa ventilação e temperaturas sempre acima dos 10 a 12º, mesmo na época mais fria do ano.
Rego com regularidade nas estações mais quentes e secas, deixando secar o substrato entre regas. No Inverno reduzo drasticamente as regas, sendo apenas as suficientes para manter a planta hidratada.
Fertilizo com Akerne Raim Mix, com metade da dose indicada pelo fornecedor, duas a três vezes por semana. Suspendo as fertilizações a partir de meados do Outono até ao Início da Primavera.

sexta-feira, 15 de setembro de 2017

Polystachya virginea

A Polystachya virginea é a primeira espécie deste género que cultivo no meu espaço e está agora com a sua primeira floração. Escolhi esta espécie pela sua beleza e por ser facilmente adaptável em clima frio, suportando temperaturas muito baixas, próximas dos zero graus. É uma planta de reduzido porte, com pseudobulbos relativamente compridos, para o porte da planta, estreitos e cónicos, encimados por uma única folha lanceolada. As suas inflorescências são compostas por diversas flores não ressupinadas, podendo comportar até 10 por cada haste, de finos e delicados recortes e cores, sendo estas agradavelmente perfumadas.

Família: Orchidaceae        Género: Polystachya         Espécie: virginea

Habitat natural: É uma espécie Africana, proveniente de países como a República Democrática do Congo, o Zaire, o Uganda, Burundi e Ruanda. É uma planta epífita que se desenvolve em florestas montanhosas, entre os 2200 e 2600 metros de altitude.




Cultivo: É cultivada na minha estufa fria todo o ano, onde as temperaturas no Inverno chegam muito próximo dos zero graus e no Verão sobem acima dos 30 graus. O ambiente de cultivo é ligeiramente sombreado, bem ventilado e com bom teor de humidade do ar.
O substrato é uma mistura composta maioritariamente à base de casca de pinheiro média, com 1,5 a 2 cm, alguma argila expandida (15 a 20%) e alguma perlite (5 a 10%).
Rego de forma a manter o substrato ligeiramente húmido, podendo secar por curtos períodos de tempo entre regas. No Inverno reduzo drasticamente as regas, regando apenas o necessário para não deixar desidratar a planta.
Fertilizo sempre com o Akerne Rain Mix, uma a duas vezes por semana, sempre com doses de baixa concentração. Para quem não tem acesso a este fertilizante, podem ser utilizados muitos outros à venda no mercado, sendo sempre necessário ler bem os rótulos no que toca à dose necessária. No Inverno suspendo as fertilizações.


Referências bibliográficas: Internet Orchid Species Photo Encyclopedia

http://apps.kew.org/wcsp/namedetail.do?name_id=163089

segunda-feira, 11 de setembro de 2017

Maxillaria callichroma

A Maxillaria callichroma é uma planta de médio porte, com pseudobulbos ovoides, encimados por uma única folha grande e lanceolada. As inflorescências, de uma única e grande flor, surgem em grupo, da base dos pseudobulbos já maduros, geralmente no fim do Verão.

Família: Orchidaceae         Género: Maxillaria           Espécie: callichroma

Habitat natural: Espécie terrestre, que se desenvolve em florestas de altitude, frescas e nebulosas, entre os 900 e os 2600 metros. É nativa da América do Sul, de países como a Colômbia o Equador e o Peru.





Cultivo: Está todo o ano na estufa temperada, em local bem sombreado, bem arejado e com elevado teor de humidade do ar.
Utilizo um vaso médio e uma mistura composta por casca de pinheiro de média e fina granulometria (70%), argila expandida (20%) e perlite (10%). Estas percentagens são sempre aproximadas e são apenas um indicador da mistura.
Rego de forma a manter o substrato ligeiramente húmido, com maior frequências nas estações mais quentes e secas e reduzindo bastante na segunda metade do Outono e no Inverno.
Fertilizo com o Akerne Rain Mix, uma a duas vezes por semana, sempre com doses de baixa concentração. Reduzir à dose de adubo por cada litro de água é sempre uma atitude a ter em conta, independentemente do tipo de adubo que utilizamos. No Inverno suspendo as fertilizações.


Referências bibliográficas: Internet Orchid Species Photo Encyclopedia

sexta-feira, 8 de setembro de 2017

Cattleya x venosa

A Cattleya x venosa é um belo híbrido natural entre a Cattleya forbesii e a Cattleya harrisoniana, nativa dos Estados de Espírito Santo e Rio de Janeiro, no Brasil, habitando pântanos junto à costa em zonas de baixa altitude.
É uma planta epífita, de médio porte, que requer cuidados de cultivo muito semelhantes à generalidade das espécies deste género e que costuma florir com regularidade no final do Verão e início do Outono.





Referências bibliográficas: Internet Orchid Species Photo Encyclopedia

terça-feira, 5 de setembro de 2017

Vanda tessellata

A Vanda tessellata é uma espécie de médio a grande porte, com flores ricamente contrastadas e com um perfume incrível, que se faz notar mesmo a uma grande distância. As suas inflorescências são geralmente compostas por 5 a 12 flores, dispostas numa haste relativamente comprida, sendo estas de longa duração.

Família: Orchidaceae          Género: Vanda           Espécie: tessellata

Habitat natural:  Planta epífita, nativa da China (Himalaias), da Índia (Assam) do Bangladesh, do Nepal, do Sri Lanka e da Birmânia. Desenvolve-se em altitudes à volta dos 1500 metros, em florestas sombreadas, frescas e húmidas.





Cultivo: Tal como a maioria das Vanda, está cultivada em suspensão, num pequeno cesto sem qualquer tipo de substrato.
Está todo o ano na estufa temperada, em local sombreado, mas com boa luminosidade. O espaço é bem ventilado e com elevado teor de humidade do ar. Como é uma espécie proveniente de zonas montanhosas de altitude considerável, poderá suportar temperaturas ligeiramente mais baixas do que a grande parte das suas congéneres.
Além do alto teor de humidade do ar, requer regas constantes nas estações mais quentes e secas, de preferência no início da manhã. No Inverno reduzir o número de regas ao mínimo e se o tempo for frio e chuvoso suspender estas totalmente.
Fertilizo com o Akerne Rain Mix, duas a três vezes por semana, sempre com doses de baixa concentração. Nas Vanda a dose recomendada deve ser sempre metade a um terço do indicado pelo fornecedor do fertilizante que se utiliza. Neste caso, é sempre preferível aumentar ao número de aplicações do que aumentar à dose. No Inverno suspendo todas as aplicações de adubo.

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Referências bibliográficas: Internet Orchid Species Photo Encyclopedia

terça-feira, 22 de agosto de 2017

Dendrobium lobulatum

Apesar de serem minúsculas (cerca de 1 cm), sobretudo se comparadas com o porte da planta, as flores do Dendrobium lobulatum possuem pormenores de uma beleza indiscritível.  É uma espécie de hábito pendente, com pequenas folhas rígidas e carnudas, que se dispõem ao longo de todo o caule, aparecendo, normalmente, as inflorescências na sua extremidade e que vão aparecendo sucessivamente.

Família: Orchidaceae         Género: Dendrobium         Espécie: lobulatum

Habitat natural: Espécie epífita, oriunda das florestas de baixa altitude, desde o nível do mar até aos 1200 metros, numa região da Ásia que compreende as ilhas de Bornéu, Molucas, Java e Sumatra, locais de clima muito quente e húmido.



Cultivo: Está cultivada num pequeno vaso suspenso (10 cm de diâmetro), em casca de pinheiro grossa e argila expandida. Mantem-se todo o ano na estufa temperada-quente, em local com  excelente luminosidade, apanhando mesmo algum sol ao fim da tarde, com ambiente bem ventilado e com elevado teor de humidade do ar.
Rego de forma a manter o substrato apenas ligeiramente húmido, deixando secar, por pouco tempo, entre as regas. No Inverno deve ser proporcionado um período de stress hídrico da planta, regando apenas o suficiente para esta não desidratar. Nessa altura do ano, quando a humidade do ar for muito elevada, não deve ser dada nenhuma rega.
Fertilizo com o Akerne Rain Mix, uma a duas vezes por semana, sempre com doses de baixa concentração (metade da dose indicada pelo fornecedor). Desde meados do Outono e durante todo o Inverno, suspendo as fertilizações.


Referências bibliográficas: Internet Orchid Species Photo Encyclopedia

quinta-feira, 17 de agosto de 2017

Gastrochilus retrocallus

Esta espécie miniatura é mais conhecida nos meios orquidófilos pelo seu sinónimo: Haraella retrocalla.  Questões taxonómicas à parte, é realmente uma planta surpreendente, não só pelo seu pequeníssimo porte, como também pelo tamanho e beleza das suas flores. É uma espécie a não perder, sobretudo para os apreciadores de miniaturas. Manifesta desenvolvimento monopodial, com folhas carnudas, oblongas lanceoladas: As suas florações são relativamente curtas, geralmente com 2 a 3 flores por haste, nunca abrindo todas em simultâneo.

Família: Orchidaceae          Género: Gastrochilus         Espécie: retrocallus

Habitat natural: É uma espécie endémica de Taiwan, onde se desenvolve em florestas antigas, em altitudes que podem oscilar entre os 1000 e os 2200 metros, quase sempre em locais parcialmente sombreados.




Cultivo: É uma espécie que deve ser preferencialmente cultivada montada numa pequena placa de cortiça, em local sombreado, mas com boa luminosidade. O ambiente pode ser temperado a temperado frio, com boa ventilação e alto teor de humidade.
As regas devem ser frequentes e abundantes nas estações mais quentes e secas do ano, reduzindo consideravelmente no Inverno.
Aplico o fertilizante Akerne Rain Mix, duas vezes por semana, em doses de baixa concentração. No Inverno suspendo nas fertilizações.


Referências bibliográficas: Internet Orchid Species Photo Encyclopedia

http://apps.kew.org/wcsp/qsearch.do;jsessionid=FA0B6B0282DF03BABDB920878FA4158

domingo, 13 de agosto de 2017

Calanthe puberula

Após vários dias de ausência, o recomeço com esta magnífica planta da Calanthe puberula, uma espécie pouco comum nas coleções da maioria dos orquidófilos, que se tem manifestado generosa nas suas florações. Em publicações anteriores, neste Blog, esta espécie tinha sido designada como Calanthe reflexa, mas, segundo a World Ceck List of selected Plant Families (KEW), o nome aceite é Calante puberula, sendo o anterior um sinónimo deste.

Família: Orchidaceae           Género: Calanthe          Espécie: puberula


Habitat natural: Espécie que se desenvolve de forma terrestre, por vezes litófila, nas florestas de altitudes entre os 1600 e os 3000 metros, em prados húmidos, em zonas rochosas ou na "manta morta" das florestas de carvalhos, em algumas regiões da Índia (Himalaias e Assam) e ainda no Bangladesh, Butão, Nepal, China, Vietname, Tailândia, Japão e Coreia.




Cultivo: Está cultivada em estufa fria, num vaso médio, com um substrato à base de terra vegetal (colhida debaixo de carvalhos), bastante perlite, argila expandida e alguma casca de pinheiro. Manter elevado o grau de humidade, regando e fertilizando constantemente, nas estações mais quentes e secas do ano. As fertilizações deverão ser sempre com doses de baixa concentração (metade da dose indicada pelo fornecedor).
No Inverno reduzir drasticamente as regas e deixar de fertilizar. Nesta altura, deixar o substrato secar entre regas e mante-lo apenas ligeiramente húmido.

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http://apps.kew.org/wcsp/namedetail.do?name_id=30362

Referências bibliográficas: Internet Orchid Species Photo Encyclopedia